Sindmetal/MA fecha ACT com empresa Elevadores Excel

O Sindmetal/MA fechou mais um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) que garante melhores condições de trabalho e remuneração para os metalúrgicos da empresa Elevadores Excel. Resultado de árduas negociações, o ACT traz significativos benefícios aos trabalhadores, consolidando a atuação firme do sindicato na defesa dos direitos dos trabalhadores.

Entre os principais pontos do acordo coletivo está o reajuste salarial de 7%, proporcionando uma valorização real dos salários dos metalúrgicos, reajuste no valor do ticket alimentação resultando em valores mais vantajosos para os trabalhadores. Os sócios do Sindmetal terão o benefício no valor de R$ 500,00, enquanto os não sócios receberão R$ 350,00.

Outra conquista expressiva foi a definição da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no montante de R$ 600,00 a cada semestre. Essa medida visa reconhecer o esforço dos trabalhadores na contribuição para o sucesso da empresa, promovendo uma relação mais justa e equitativa entre empregador e empregado.

Em relação às horas extras, os trabalhadores que labutam no sábado, terão percentual de remuneração extra de 65% nas horas trabalhadas nesse dia.

O Sindmetal reitera seu compromisso na defesa dos interesses dos trabalhadores metalúrgicos e na busca por melhores condições de trabalho, salários dignos e garantia de direitos.

“Este acordo, fruto de um diálogo construtivo e persistente, reflete o comprometimento do Sindmetal na busca pela valorização e condições de trabalho mais justa. A diretoria do Sindmetal agradece a participação e a confiança dos trabalhadores e reafirma seu compromisso diário na luta por melhores condições de vida e trabalho para a categoria metalúrgica”, afirmou Gérson Silva, presidente do Sindmetal/MA.

Sindmetal põe fim ao “Turno da Morte” na Alumar

O Sindmetal conquistou uma grande vitória, histórica para a categoria dos trabalhadores metalúrgicos do Maranhão. Em reunião de diálogo social com a gerência da Alumar realizada nesta quarta-feira, 26 de julho, o desumano “Turno da Morte” será modificado e os trabalhadores metalúrgicos passarão a ter mais um dia de folga na jornada de trabalho.

A direção do Sindmetal vinha travando a batalha contra o Turno da Morte há quase um ano, com várias intervenções frente a gerência da Alumar, apresentando provas contundentes dos problemas apresentados pelos trabalhadores, como o aumento da carga de stress, disparada do número de atendimento nos postos médicos da empresa, pedido de afastamento e licenças, falta de convívio social e familiar dos trabalhadores e até o aumento nos pedidos de demissão por parte dos empregados.

“Com uma luta muito enfática conseguimos mostrar para a gerência da Alumar que os nossos trabalhadores não estavam contentes com o turno que estava sendo aplicado na Alumar. Realizamos pesquisa no chão da fábrica que mostrou toda a insatisfação dos metalúrgicos, levamos ao conhecimento da empresa os registros de socorro da ambulância, o atendimento no ambulatório, os problemas psicológicos, além do prejuízo ao convívio social e familiar dos trabalhadores”, disseram Gérson Silva Presidente do Sindmetal.

Implantação do Novo Turno

Ficou acordado durante o encontro que a implantação do novo turno passará a vigorar a partir do mês de janeiro de 2024 devido a necessidade de estudo do formato para encaixar a nova jornada e também por conta da necessidade de adequações no chão da fábrica, como estudo de quantidade de vagas e setor para novas admissões, ampliação do sistema de transporte, da infraestrutura do refeitório, solicitação de mais EPI’s, fardamento e também o desenvolvimento de um termo de compromisso para ser assinado entre o sindicato e a empresa.

O que é o Turno da Morte?

O Turno da Morte é a jornada de trabalho que passou a vigorar na empresa Alumar, onde os trabalhadores laboram seis dias consecutivos com dois dias de folga, mas que na prática estava sendo imposto aos trabalhadores 7 (sete) dias por semana com mais de 8 (oito) horas diárias e apenas 01 (um) dia de intervalo entre jornadas.

Com a jornada excessiva os trabalhadores começaram a apresentar diversos problemas de saúde, o que fez com que o Sindmetal iniciasse uma verdadeira batalha contra a empresa Alumar para mudança do turno apelidado de “Turno da Morte”.

Sindmetal fecha Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2023 com as empresas Açometal e São Marcos Manutenção

O Sindmetal consegue mais uma conquista gigante. Pela primeira vez na história foi pactuado um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico para as empresas Açometal e São Marcos Manutenção.

Antes as empresas participavam das negociações junto com o sindicato patronal, dentro da Convenção Coletiva de Trabalho.

Para 2023, as negociações foram definidas em Reajuste Geral de 6% (seis por cento), Reajuste salarial para o PISO de 7% (sete por cento), sendo implantados na folha de pagamento no mês de fevereiro de 2023, e ainda ticket alimentação de R$ 200,00 (duzentos reais) em dezembro de 2022 e R$ 200,00 (duzentos reais) em junho de 2023.
Para a direção do Sindmetal essa negociação foi uma vitória para os trabalhadores dessas empresas.

“Acreditamos que essa foi uma grande conquista da categoria metalúrgica que laboram nessas empresas, visto que na mesa de negociação patronal sempre tiveram muitos empecilhos que travavam as negociações”, disse Gérson Silva, presidente do Sindmetal.

Trabalhador fique por dentro do FGTS

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) foi criado com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa, mediante a abertura de uma conta vinculada ao contrato de trabalho.

Todos os meses o empregador deve depositar 8% do salário bruto do cidadão no fundo de garantia. O valor acumulado no FGTS é administrado pela Caixa Econômica Federal, que é responsável por gerenciar os pagamentos e os saldos acumulados. Liberando saques esporádicos quando o governo federal autoriza.

Todos os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) que firmaram contrato de trabalho a partir de 05/10/1988 têm direito ao FGTS. Também têm direito ao fundo os trabalhadores rurais, os temporários, os avulsos, os safreiros e os atletas profissionais. O diretor não-empregado poderá ser equiparado aos demais trabalhadores sujeitos ao regime do FGTS. O empregador doméstico pode recolher ou não o FGTS referente ao seu empregado admitido até 30/09/2015, a partir de 01/10/2015 o recolhimento passou a ser obrigatório.

O trabalhador “investe” no governo federal que utiliza desses recursos para setores de obras, saneamento básico e infraestrutura. No fim de 12 meses, a Caixa devolve ao trabalhador o lucro que foi obtido neste investimento, e conta ainda com correção pela inflação.

Existem 18 possibilidades de saque do FGTS

  1. Dispensa sem justa causa por parte do empregador;
  2. Rescisão por acordo entre empregador e empregado;
  3. Para compra da casa própria;
  4. Para complementar pagamento de imóvel comprado através de consórcio;
  5. Para complementar pagamento de imóvel financiado (pelo SFH – Sistema Financeiro de Habitação);
  6. Rescisão por término de contrato por prazo determinado;
  7. Por fechamento da empresa: vale em caso de extinção parcial ou total da empresa ou estabelecimento;
  8. Rescisão por culpa recíproca (empregador e empregado) ou por força maior (se a empresa é atingida por um incêndio ou enchente, por exemplo);
  9. Rescisão por aposentadoria;
  10. Em caso de desastres naturais, como enchentes ou vendavais;
  11. Ser um trabalhador avulso, empregado através de uma entidade de classe, fica suspenso por período igual ou superior a 90 dias;
  12. Para trabalhadores quem tem 70 anos ou mais;
  13. Trabalhadores ou dependentes portadores de HIV;
  14. Trabalhadores ou dependentes diagnosticados com câncer;
  15. Trabalhadores ou dependentes que estejam em estágio terminal por causa de uma doença grave;
  16. Empregados que ficam três anos seguidos ou mais sem trabalhar com carteira assinada;
  17. Em caso de falecimento do titular, os dependentes e herdeiros judicialmente reconhecidos, podem efetuar o saque
  18. Saque-aniversário.

Sindmetal conquista reajuste salarial para os trabalhadores das empresas do ramo automotivo

Data base da categoria é o mês de janeiro e após quatro rodadas de negociações categoria terá reajuste de 10,20%

Os trabalhadores das empresas do setor de reparação de veículos e acessórios já podem comemorar a conquista do reajuste salarial da categoria.

Após quatro rodadas de negociação com o sindicato patronal, o Sindmetal assinou nesta quinta-feira, 20, a Convenção Coletiva de Trabalho, que garante o reajuste salarial de 10,20% para a categoria.

A partir deste mês, o piso salarial de ingresso dos trabalhadores auxiliares irá passar de R$ 1.207,00 para R$ 1.330,12. Já os trabalhadores profissionais, o salário passou de R$ 1.569,07 para R$ 1.729,15.

“Como a data base do ramo automotivo é em janeiro, iniciamos as negociações ainda no mês de novembro e após quatro rodadas de negociação podemos dar essa boa notícia para a categoria”, enfatizou Valdir Silva, tesoureiro geral do Sindmetal.

Além da garantia da manutenção dos benefícios, os trabalhadores irão receber a reposição salarial neste mês de janeiro.

Para o presidente do Sindmetal, Gérson Silva, a conquista da assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) do ramo automotivo é uma importante vitória da unidade e da participação dos trabalhadores.

“Travamos uma intensa luta para garantir os direitos da categoria do setor automotivo. A unidade da categoria e o apoio da nossa base é fundamental para seguirmos lutando e buscando mais conquistas, por isso a importância de fortalecermos os trabalhadores metalúrgicos, trazendo mais filiados para o sindicato”, pontuou Gérson.

Sindmetal fecha ACT com importantes conquistas para os trabalhadores da empresa RIP

Os trabalhadores da Empresa RIP Serviços Industriais já podem comemorar a conquista do reajuste salarial para a categoria. O Sindmetal fechou o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) consolidando mais um importante avanço para a categoria metalúrgica.

Com firmeza e experiência, alinhado a participação efetiva dos metalúrgicos da RIP, que participaram ativamente das assembleias e das decisões da categoria, o Sindmetal conquistou reajuste de 9,44%, mais ticket alimentação de R$ 240,00, sendo acrescido para R$300,00 a partir do mês de fevereiro de 2022.

Para o presidente do Sindmetal, Gerson Silva, essa conquista é fruto da força e da luta diária do sindicato e da unidade dos trabalhadores.

“A unidade da categoria, a força e o compromisso do Sindmetal permitiram mais essa conquista para a categoria. Em um momento de grande recessão e um cenário de inflação que assola o Brasil, conquista como essa demonstra que a luta vale a pena. Seguiremos batalhando pela garantia dos direitos dos trabalhadores metalúrgicos com coragem e dedicação”, ressaltou Gérson.

Vitória do Sindmetal: Trabalhadores Metalúrgicos comemoram reajuste salarial e assinatura da CCT

Percentual de 6,06% será retroativo a 1º de março, data base da categoria

Diante do atual cenário econômico desfavorável para os trabalhadores brasileiros, o Sindmetal conquistou o aumento do piso salarial dos trabalhadores metalúrgicos em 6,06% e a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2021.

De acordo com as negociações as empresas que possuem de 01 a 300 funcionários reajustarão os salários dos trabalhadores de uma única vez, até o dia 05 de julho, retroativo a primeiro de março. Já as empresas que possuem mais de 300 funcionários o reajuste será de 6,06% até o teto de R$ 11.546,00 e acima desse valor, um reajuste fixo de R$ 718,00, também retroativo a primeiro de março, com pagamento de uma única vez na folha de julho.

O Sindmetal também conquistou reajuste de 3,92% para os trabalhadores que não haviam recebido reajuste salarial do ano de 2020 e a garantia de cesta básica para os trabalhadores das empresas com até 300 funcionários, além da manutenção das cláusulas econômicas e sociais.

Para o presidente do Sindmetal, Gerson Silva, essa foi uma grande conquista dos trabalhadores metalúrgicos.

“As conquistas da Campanha Salarial de 2021 são fruto da luta intensa do sindicato que enfrentou as investidas do patronato que mais um ano queria congelar salários e retirar os nossos direitos. O Sindmetal não cedeu e com perspicácia conquistou a merecida valorização dos trabalhadores metalúrgicos”, comemorou Gerson.

A LUTA PELO REAJUSTE

2021 foi mais um ano que os dirigentes sindicais do Sindmetal percorreram um longo caminho em busca do reajuste salarial para a categoria metalúrgica. Foram várias reuniões onde o Sindicato Patronal e a Alumar/ Alcoa insistiam em apresentar proposta de reajuste zero para trabalhadores, mesmo tendo a empresa batido recorde de produção de alumina.

“Mesmo com a superação dos trabalhadores e a produção recorde de alumina, a Alumar/Alcoa junto com o sindicato patronal não queriam reconhecer o esforço do trabalhador metalúrgico. Foi necessário convocar a categoria, aprovar o Estado de Greve, reunir e fortificar os trabalhadores para mostrar a nossa força para o patrão, para assim conquistar esse reajuste.

A unidade da nossa categoria e a participação nas mobilizações foram de fundamental importância para o nosso sucesso”, relatou José Maria, diretor de comunicação do Sindmetal.

 

Vitória do Sindmetal: Trabalhadores Metalúrgicos comemoram reajuste salarial e assinatura da CCT

Percentual de 6,06% será retroativo a 1º de março, data base da categoria

Diante do atual cenário econômico desfavorável para os trabalhadores brasileiros, o Sindmetal conquistou o aumento do piso salarial dos trabalhadores metalúrgicos em 6,06% e a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2021.

De acordo com as negociações as empresas que possuem de 01 a 300 funcionários reajustarão os salários dos trabalhadores de uma única vez, até o dia 05 de julho, retroativo a primeiro de março. Já as empresas que possuem mais de 300 funcionários o reajuste será de 6,06% até o teto de R$ 11.546,00 e acima desse valor, um reajuste fixo de R$ 718,00, também retroativo a primeiro de março, com pagamento de uma única vez na folha de julho.

O Sindmetal também conquistou reajuste de 3,92% para os trabalhadores que não haviam recebido reajuste salarial do ano de 2020 e a garantia de cesta básica para os trabalhadores das empresas com até 300 funcionários, além da manutenção das cláusulas econômicas e sociais.

Para o presidente do Sindmetal, Gerson Silva, essa foi uma grande conquista dos trabalhadores metalúrgicos.

“As conquistas da Campanha Salarial de 2021 são fruto da luta intensa do sindicato que enfrentou as investidas do patronato que mais um ano queria congelar salários e retirar os nossos direitos. O Sindmetal não cedeu e com perspicácia conquistou a merecida valorização dos trabalhadores metalúrgicos”, comemorou Gerson.

A Luta pelo reajuste

2021 foi mais um ano que os dirigentes sindicais do Sindmetal percorreram um longo caminho em busca do reajuste salarial para a categoria metalúrgica. Foram várias reuniões onde o Sindicato Patronal e a Alumar/ Alcoa insistiam em apresentar proposta de reajuste zero para trabalhadores, mesmo tendo a empresa batido recorde de produção de alumina.

“Mesmo com a superação dos trabalhadores e a produção recorde de alumina, a Alumar/Alcoa junto com o sindicato patronal não queriam reconhecer o esforço do trabalhador metalúrgico. Foi necessário convocar a categoria, aprovar o Estado de Greve, reunir e fortificar os trabalhadores para mostrar a nossa força para o patrão, para assim conquistar esse reajuste.

A unidade da nossa categoria e a participação nas mobilizações foram de fundamental importância para o nosso sucesso”, relatou José Maria, diretor de comunicação do Sindmetal.

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Percentual de 6,06% será retroativo a 1º de março, data base da categoria

Diante do atual cenário econômico desfavorável para os trabalhadores brasileiros, o Sindmetal conquistou o aumento do piso salarial dos trabalhadores metalúrgicos em 6,06% e a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2021.

De acordo com as negociações as empresas que possuem de 01 a 300 funcionários reajustarão os salários dos trabalhadores de uma única vez, até o dia 05 de julho, retroativo a primeiro de março. Já as empresas que possuem mais de 300 funcionários o reajuste será de 6,06% até o teto de R$ 11.546,00 e acima desse valor, um reajuste fixo de R$ 718,00, também retroativo a primeiro de março, com pagamento de uma única vez na folha de julho.

O Sindmetal também conquistou reajuste de 3,92% para os trabalhadores que não haviam recebido reajuste salarial do ano de 2020 e a garantia de cesta básica para os trabalhadores das empresas com até 300 funcionários, além da manutenção das cláusulas econômicas e sociais.

Para o presidente do Sindmetal, Gerson Silva, essa foi uma grande conquista dos trabalhadores metalúrgicos.

“As conquistas da Campanha Salarial de 2021 são fruto da luta intensa do sindicato que enfrentou as investidas do patronato que mais um ano queria congelar salários e retirar os nossos direitos. O Sindmetal não cedeu e com perspicácia conquistou a merecida valorização dos trabalhadores metalúrgicos”, comemorou Gerson.

A luta pelo reajuste

2021 foi mais um ano que os dirigentes sindicais do Sindmetal percorreram um longo caminho em busca do reajuste salarial para a categoria metalúrgica. Foram várias reuniões onde o Sindicato Patronal e a Alumar/ Alcoa insistiam em apresentar proposta de reajuste zero para trabalhadores, mesmo tendo a empresa batido recorde de produção de alumina.

“Mesmo com a superação dos trabalhadores e a produção recorde de alumina, a Alumar/Alcoa junto com o sindicato patronal não queriam reconhecer o esforço do trabalhador metalúrgico. Foi necessário convocar a categoria, aprovar o Estado de Greve, reunir e fortificar os trabalhadores para mostrar a nossa força para o patrão, para assim conquistar esse reajuste.

A unidade da nossa categoria e a participação nas mobilizações foram de fundamental importância para o nosso sucesso”, relatou José Maria, diretor de comunicação do Sindmetal.